sexta-feira

Projetando um projeto de pesquisa



Na aula seguinte o professor Eric nos deu a seguinte tarefa: escolher um tema de nosso interesse, reunirmos em grupos e desenvolvermos um "projeto de pesquisa" seguindo as informações que ele nos deu em sala de aula.

Para se trabalhar uma pesquisa é preciso ter um mínimo de prazer nesta atividade. A escolha do tema está vinculada, portanto, ao gosto pelo assunto a ser trabalhado. Por isso, o tema escolhido pelo meu grupo foi  Implantodontia. 

Após a escolha do tema fizemos um levantamento bibliográfico. Pesquisamos em periódicos disponivéis na Biblioteca Central e em base de dados como o MEDLINE e SciELO.

O próximo passo foi a criação de uma problemática, que serviu como uma "mola propulsora" do trabalho : O tempo necessário à osseointegração de implantes dentários é grande, o que aumenta o custo do tratamento entre próteses temporárias e fixas. 

 Em cada aula o porfessor nos dava mais uma tarefa, pois o trabalho será realiizado por etapas.

Na tarefa seguinte elaboramos a justificativa de nosso projeto.  A Justificativa num projeto de pesquisa, como o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado.

As outras aulas de Metodologia foram destinadas às reuniões do grupo e para organização do trabalho.

Mapas Conceituais

Eu estava ausente na sexta aula de Metodologia, devido a um mal entendido à respeito do local onde a aula seria realizada. Entretanto, procurei me informar com alguns colegas que assistiram a aula, que foi básicamente sobre mapas conceituais. Dessa forma, as informações a seguir são frutos de minha pesquisa sobre o assunto.

Mapas Conceituais são ferramentas gráficas visando a organizar e representar o conhecimento. A sua estruturação parte de um conceito fundamental e termos relacionados a ele. As palavras geralmente veem em caixas de texto e são conectadas com setas contendo uma "palavra de ligação" ou "frase de ligação".

Uma característica fundamental dos Mapas Conceituais é a sua estrutura hierárquica, partindo dos conceitos mais gerais posicionados no topo da estrutura, para os conceitos menos gerais em sua base. A idéia principal do uso de mapas na avaliação dos processos de aprendizagem é a de avaliar o aprendiz em relação ao que ele já sabe, a partir das construções conceituais que ele conseguir criar.

Existe uma grande variedade de mapas disponíveis: mapa conceitual do tipo teia de aranha, tipo fluxograma, tipo sistema, hierárquico.
  • Mapa conceitual tipo Teia de aranha
 

  •  Mapa conceitual tipo Fluxograma


  • Mapa conceitual tipo sistema: entrada e saída

  • Mapa conceitual tipo hierárquico


De uma forma em geral, um mapa conceitual torna mais fácil a percepção e compreensão do determinado tema.





Todas a imagens foram retiradas do site: 1
Bibliografia: 2 e 3.

terça-feira

Colocando em prática

O objetivo dessa aula foi justamente praticar o que haviamos aprendido nas aulas ateriores. O prof. Eric nos conduziu até a sessão de periódicos da Biblioteca Central, para que pudessemos escolher um artigo de nosso interesse em uma revista [de credibilidade, é claro] para então produzirmos uma ficha, segundo as normas da ABNT para citações e bibliografia.


O artigo que eu escolhi para fichar diz respeito à uma doença chamada Querubismo. Para quem está querendo saber um pouco mais:  o Querubismo é uma doença genética hereditária rara que ocasiona anomalias faciais pelo crescimento ósseo anormal da face. Geralmente é diagnosticada na primeira década de vida e as alterações progridem até a puberdade e então estabilizam-se e regridem lentamente.







A foto ao lado é da britânica Vicky Lucas, portadora da síndrome.





Obrigada a todos!

Apostando as fichas

Nessa quarta aula aprendemos um pouco sobre como produzir fichas.

A princípio sair destacando todos os pontos interessantes de um texto  parece ser muito trabalhoso, mas aqui vai uma dica para os preguiçosos [riso]: a ficha é justamente uma ferramanta para facilitar trabalhos posteriores.

 Pode ocorrer de você precisar de informações um livro que você leu anos atrás. A solução para não ler o livro novamente e buscar as ideias principais que você pôs em suas fichas .

Pelo fato de a ficha ser algo bem particular, a pessoa pode produzi-la do jeito que quiser, com cores, abreviações, etc. Mas o ideal é que se mantenha um padrão, para ficar mais fácil de manuseá-las e também de encontrar determinado assunto. Dessa forma as fichas podem ser classificadas em: temáticas (organizadas segundo os temas) ou bibliográficas (organizadas segundo os autores).

Durante a produção das fichas a citação é algo bastante comum. Nesse momento da aula discutimos e aprendemos como fazer citações diretas, indiretas e citações de citações.



No segundo momento da aula discutimos sobre o relativismo cultural, por exemplo, como um mesmo gesto pode ser interpretado de diferentes maneiras por pessoas de culturas diferentes.

 Agora já sei  a diferenças entre o início do relaciomento nos EUA  e na UK e também que devo manter certo limite de distância ao falar com um norte-americano e nunca tocar em nenhum desconhecido, para não pensarem que os quer agredir-los. [risos]


quarta-feira

Dá pra confiar?

A proposta de nossa terceira aula [já que semana passada não houve aula devido ao feriado de 7 de setembro] foi analisar diversar formas de textos publicados em jornais, revistas científicas, enviados por e-mail, postados na internet...e julgar se eles possuiam credibilidade ou não.

Chegamos a conclusão que para um texto possuir credibilidade, primeiramente, tem que estar veiculado em uma fonte confiável, por exemplo, um jornal de renome, um revista cinetífica, porque nesses órgãos, supõe-se que exista pessoas contratadas para criticar o próprio jornal... e no caso das revistas existe uma banca examinadora que julgará os artigos [ que deverão se ajustar as inúmeras normas].

O contrário acontece com os e-mails. é muito fácil criar uma matéria e fazer com que ela se espalhe pela rede. Sem contar que, durante o percusso informações podem ser retiradas ou acrescentadas. Não dá para acreditar em algo em que a fonté é duvidosa ou muitas vezes desconhecida. Um exemplo citado em aula foi a questão da "Amazônia: Território Internacional", uma pulha virtual bastante difundida pela rede e que fez milhares de brasileiros [inclusive eu] acreditar que nos EUA existia um livro falando esse aburso.
No geral essa foi um aula que eu ri MUITO! As pessoas da minha sala são legais DEMAIS, sempre uma resenha pra me fazer dar risada. Vale ressaltar que os créditos de ontem se devem em grande parte a Dani e suas pérolas...

Próxima semana tem mais, XoXo [a garota do blog (?) risos]

Ah, no dia que eu for rica!

Durante a segunda aula nós dicutimos sobre as questões levantadas na semana anterior... sobre o que é ciência pesquisa científica. O professor após ter analisado as respostas chegou a uma conclusão que a maioria pensa muito parecido. Um resposta foi lida em sala de aula [ a de Léo].. e por sinal, achei muito boa! Entrou também na discussão temas como senso comum, mitos, religião.

Então tivemos um pequeno intervalo de 20 minutos[ com direito a foto com o professor], para então retornamos discutindo sobre vida universitária...

O que é diferente do ensino médio para o superior? Primeiramente acho que uma universidade exige muito mais responsabilidade e comprometimento do aluno, além de mais horas de estudo [o que confesso não estar fazendo ultimamente :P ) e ... então a sala foi dividida em grupos apara que pudessemos analisar faz anotações sobre um mesmo assunto. Constatamos que cada um possiu métodos bem particulares, anotando em textos, tópicos ou não anotando.
Segundo o profesor, alunos que anotam bastante serão ricos no futuro... essa foi a parte mais feliz da aula. Ah... no dia que eu for rica! [risos]

Até mais!
XoXo

Por onde começar?

Eu nunca imaginei que um dia iria me tornar um 'blogueira'... isso  até a primeira aula de Metodologia na UEFS. A intenção é que esse blog funcione como uma espécie de 'diário' das aulas do professor Eric >> http://melhorsalvador.blogspot.com/


A primeira aula foi mais uma oportunidade de conhecer melhor meus colegas (visto que, a primeira oportunidade ocorreu no mesmo dia, durante o primeiro pré-trote). O que não me surpreendeu foi o fato de mais da metade da sala querer cursar medicina...espero ( de coração) que todos alcancem seus sonhos... :D
Há uns seis meses eu não tinha certeza se estava no curso certo, mas agora eu posso afirmar com convicção que não o trocaria por nenhum outro. :)

Na segunda parte da aula respondemos umas questões sobre o que é ciência, pesquisa... minhas respostas ficaram horríveis, quase que não conseguia responder. Professor, na próxima escolha questões mais fáceis! [risos]. Mas no final achei uma ótima oportunidade de pensar no conceitos de palavras que uso com certa frequência...

Por fim, ainda conversei com o professor pra ver se existia alguma chance de eu conseguir eliminar essa matéria, mas infelizmente/felizmente não conseguirei...

Até mais! ;*