terça-feira

Colocando em prática

O objetivo dessa aula foi justamente praticar o que haviamos aprendido nas aulas ateriores. O prof. Eric nos conduziu até a sessão de periódicos da Biblioteca Central, para que pudessemos escolher um artigo de nosso interesse em uma revista [de credibilidade, é claro] para então produzirmos uma ficha, segundo as normas da ABNT para citações e bibliografia.


O artigo que eu escolhi para fichar diz respeito à uma doença chamada Querubismo. Para quem está querendo saber um pouco mais:  o Querubismo é uma doença genética hereditária rara que ocasiona anomalias faciais pelo crescimento ósseo anormal da face. Geralmente é diagnosticada na primeira década de vida e as alterações progridem até a puberdade e então estabilizam-se e regridem lentamente.







A foto ao lado é da britânica Vicky Lucas, portadora da síndrome.





Obrigada a todos!

Apostando as fichas

Nessa quarta aula aprendemos um pouco sobre como produzir fichas.

A princípio sair destacando todos os pontos interessantes de um texto  parece ser muito trabalhoso, mas aqui vai uma dica para os preguiçosos [riso]: a ficha é justamente uma ferramanta para facilitar trabalhos posteriores.

 Pode ocorrer de você precisar de informações um livro que você leu anos atrás. A solução para não ler o livro novamente e buscar as ideias principais que você pôs em suas fichas .

Pelo fato de a ficha ser algo bem particular, a pessoa pode produzi-la do jeito que quiser, com cores, abreviações, etc. Mas o ideal é que se mantenha um padrão, para ficar mais fácil de manuseá-las e também de encontrar determinado assunto. Dessa forma as fichas podem ser classificadas em: temáticas (organizadas segundo os temas) ou bibliográficas (organizadas segundo os autores).

Durante a produção das fichas a citação é algo bastante comum. Nesse momento da aula discutimos e aprendemos como fazer citações diretas, indiretas e citações de citações.



No segundo momento da aula discutimos sobre o relativismo cultural, por exemplo, como um mesmo gesto pode ser interpretado de diferentes maneiras por pessoas de culturas diferentes.

 Agora já sei  a diferenças entre o início do relaciomento nos EUA  e na UK e também que devo manter certo limite de distância ao falar com um norte-americano e nunca tocar em nenhum desconhecido, para não pensarem que os quer agredir-los. [risos]